Pensem num vicio antigo… *rs*

Ahhh o Dotinha… Esse vicio começou tem tempo viu… Acho que nem lembro direito quando foi fiquei praticamente viciado nisso e a levar a coisa a sério, a ponto de ficar realmente bravo quando perdia um jogo. Bom estou aqui falando de DotA ou Defense of the Ancients e aposto que muita gente num faz ideia do que estou falando, vamos a um resumão rápido?

Dota é um jogo online onde você disputa uma partida online de 5 contra 5, onde a ideia básica do jogo é defender a sua base, enquanto tenta quebrar a do adversário, existem vários modos de jogo, mas o mais difundido e comum é o All Pick onde você escolhe o personagem (Herói) com que vai jogar a partida. Tem uma infinidade enorme de personagens para escolher eles se dividem em 2 categorias básicas são os carriers que literalmente carregam o jogo, eles que destroem a base adversário os personagens do time adversário e os support que ajudam a manter os carrier vivos e a defender a base. Além disso cada personagem tem suas habilidades únicas e seu atributo principal.

Os atributos são força, agilidade e inteligência,
Os força (STR) como o nome diz são pilhas de músculo no geral, eles quem vão na frente e dão a cara! *rs*
Os de agilidade (AGI), são esguios e furtivos, normalmente atacam a distancia ou tem habilidades para se esconder e coisa do gênero.
Os de inteligência (INT) são magos normalmente e tendem a ser support, pois ajudam os demais e raramente podem se dar ao luxo de estar na linha de frente.

A dinâmica do jogo impressiona pois cada partida pode ser totalmente diferente da outra, mesmo com os mesmos jogadores e os mesmos personagens. O teamplay é fundamental ou seja sem trabalho em equipe nada funciona. Não existe exercito de um homem só!

O Dota 2 foi originado do DotA um “Mode” ou “Mapa customizado” de Warcraft III – The Frozen Throne, foi desenvolvido pelo IceFrog e Steve Feak, isso vem desde 2005!! Em julho do ano passado foi lançado o Dota 2 que virou febre no Steam, Icefrog continua como cabeça do projeto, mas agora com a Valve/Steam como produtora.

Vou deixar alguns videos abaixo assim como a imagem da tela de seleção de personagens, só para terem ideia de quantos já são…Sem dizer que no DOTA 2 ainda falta implementar uma boa turma dos personagens do DOTA.

Aqui tem um replay (Gravação de um jogo) de campeonato:

E aqui é o Trailer ou Intro Movie do Dota 2:

Que tal uma Tucher?

Como o calor não oferece trégua, continuo tomando cerveja, não que eu parasse se esfriasse… *rs*

Adoro cerveja escura no geral e sempre falaram muito bem pra mim da Tucher e passando no ultimo domingo lá no Mr Beer uma amiga minha (Depois vejo se ela se importar de eu citar o nome dela aqui…) recomendou, ai sabe como é, né? Tive que tomar!

A cerveja surpreende realmente, tem gosto acentuado de malte e um leve toque de caramelo e mel, com aquele finzinho amargo, é fantástica, vai acabar virando a variável da Mac Queens Nessie, no primeiro copo você nem nota a graduação, mas a partir do segundo da para sentir claramente, especialmente ao paladar.

A cerveja é feita com muito malte e pouco lúpulo o que explica o sabor. O alto teor alcoólico é devido ao congelamento da cerveja durante o processo de produção, pois todo o gelo é retirado da cerveja.

A cervejaria Tucher está situada na Alemanha em Nuremberg e tem quase 350 anos de tradição, foi fundada em 1672. Os grãos usados nesta cerveja vem da região da Bavaria, mais especificamente de Hallertau, conhecida mundialmente pela excelência na produção dos grãos para cervejas. Outro fato curioso é que de maneira geral, praticamente 1/3 de todos os grãos usados para dar sabor nas cervejas europeias é cultivado em Hallertau.

E não se esqueçam beber sem brindar são 10 anos sem trepar… *rs*

Saúde! Salute! Cheers! Kanpai! Prost!

Ficha Tecnica:

Tucher Bajuvator
Tipo: Doppelbock
Cor: Âmbar Escuro
Graduação Alcoólica: 7,5%
Tipo de Fermentação: Baixa fermentação
Origem: Alemanha 


Os Reis dos Patos

De um tempo para cá, acabei virando fã do Canal A&E, por causa das séries ou “Reality shows” deles, principalmente “Os Reis dos Patos” e “Quem dá mais? Algum lugar”.
Bom hoje vou falar de Os Reis dos Patos, a serie é sobre uma família de Louisiana que fica milionária vendendo apitos para caçar patos. O engraçado da série é que mesmo milionários eles continuam levando a vida praticamente do mesmo modo, pescando, caçando rãs, patos, esquilos e praticamente qualquer outra coisa que encontrem no pântano as volta das casa do Phil Robertson o patriarca da família, que é uma especie de crocodilo Dundee na serie, sempre que algo da errado é ele quem resolve.

Os envolvidos na serie além do Phil, é sua esposa Miss Kay, que adora cozinhar e arrumar dor de cabeça para os filhos, como querer 2 cabras ou 7 gatos ou simplesmente colocar pisca-pisca em volta da casa no natal, mas com lampadas suficientes para ver a casa deles da lua!O casal tem 4 filhos, porém só 3 deles aparecem na serie diariamente, Willie o CEO da empresa, Jase que trabalha fazendo os apitos, Jep o mais novo que trabalha com Jase fazendo apitos e Alan que é pastor e aparece uma unica vez na serie.

Acho que o personagem mais engraçado da série fica por conta do Tio Si, irmão do Phil, um veterano da guerra do Vietnã que deveria tomar uns 4 tarja preta só para sair da cama, ele é muito engraçado, fala besteiras o tempo inteiro, tem algumas filosofias de vida que fazem os papeis de biscoito da sorte parecer poesia. Fora que pensem em alguém que compra besteiras para viagem e cadeiras de massagem!

Uma coisa engraçada a respeito da serie no Brasil foi a dublagem, que ficou ao estilo família buscapé, eu nunca fui fã de dublagem, mas essa ficou tão escrachada que eu me acabo de rir com ela. No original eles tem o sotaque de “redneck” (Caipira), porém não chega a tanto como na dublagem.

As referencias culturais são bem legais, pelo estilo de vida que eles levam e as coisas que gostam de fazer, a maioria do tempo parece que eles caçam a própria comida e sentem orgulho de ser um “redneck”. Meu conselho a todos, é tentem assistir vale a pena é engraçadíssimo!

Abaixo tem a árvore genealógica da família e os amigos que aparecem na serie, além disso tem o link de alguns videos disponibilizados pela A&E no youtube e uma aplicação para Iphone/Android!

Aplicação para IOS e Android:

Cerveja nacional do milhão!

Segundo pesquisa da USP, quantidade de milho nas cervejas nacionais beira os 50%



Uma das análises químicas mais completas já feitas com marcas de cerveja do Brasil e do exterior dá peso a uma tendência que estudos menores já indicavam: as grandes marcas nacionais têm elevadas quantidades de milho em sua composição, embora a matéria-prima tradicional da bebida seja a cevada.
São os nomes mais conhecidos do público, como Antarctica, Brahma, Skol e Nova Schin (veja infográfico abaixo). A análise sugere que essas marcas estão no limite da porcentagem de milho como matéria-prima para cerveja que a legislação nacional determina (45%) ou podem até tê-lo ultrapassado.
As empresas produtoras questionaram a análise (leia texto abaixo). Por outro lado, o estudo indicou que algumas cervejas em pequena escala possuem o teor que se esperaria de uma bebida feita só com água, cevada e lúpulo, como reza a tradição alemã.
A pesquisa é assinada por cientistas do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da USP de Piracicaba, e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O grupo piracicabano, coordenado por Luiz Antonio Martinelli, já estudou cervejas antes, além de verificar a presença de álcool de cana no vinho nacional.
“Ninguém aqui está dizendo que a cerveja é pior por ter milho –aliás, eu nem bebo cerveja, só vinho”, diz Martinelli. Ele ressalta também que o trabalho tem margens de erro e que o propósito não foi denunciar que certas marcas não seguem a lei.
“A diferença de composição é muito pequena [no caso das que parecem ter muito milho]”, diz a bióloga Sílvia Mardegan, orientanda de Martinelli e autora principal do estudo, que sairá na revista científica “Journal of Food Composition and Analysis”.
Além disso, ela lembra que só uma unidade de cada marca foi estudada, e que existem variações por lote e por região do país. Por outro lado, a variedade de marcas (77, sendo 49 nacionais e 28 importadas) ajuda a dar um panorama amplo do mercado

BALANÇA DE ÁTOMOS

Em essência, o método da USP de Piracicaba é uma balança de átomos. Isso porque os átomos de carbono que os seres vivos usam em seu organismo existem em dois “pesos” principais, o carbono-12 e o carbono-13 (o segundo um pouco mais “gordo”).
As plantas incorporam carbono o tempo todo em seu organismo durante a fotossíntese. Só que algumas têm um “paladar” diferenciado. São, por exemplo, as gramíneas tropicais, como o milho e a cana, que “preferem” uma proporção relativamente maior de carbono-13.
É essa assinatura que os cientistas usam para diferenciá-las de plantas como a cevada ou a uva, que têm menos apreço pelo carbono-13.
Os pesquisadores estabeleceram qual era o “perfil de carbono” da cevada e o do milho e fizeram a mesma análise na cerveja. Se a proporção das variantes do elemento químico na cerveja era intermediário, o veredicto só podia ser um: mistura.
O método tem algumas limitações. Teria mais dificuldade de flagrar o uso de arroz na cerveja, já que o perfil de carbono do arroz é semelhante ao da cevada.
Sady Homrich, especialista em cerveja, diz que o consenso entre cervejeiros é que diminuir o teor de cevada acaba afetando a qualidade da bebida.
“A boa cerveja é a de puro malte de cevada, porque você pode explorar variações de sabor e aroma vindas da secagem e da torrefação da cevada”, afirma Homrich.
Apesar do argumento de que o milho deixaria a cerveja mais leve, Homrich diz que a grande preocupação da indústria é diminuir o custo.

OUTRO LADO

Os fabricantes de cervejas com alto teor de milho apontado pela pesquisa defenderam a qualidade de seus produtos.
A Ambev, fabricante das marcas Caracu, Antarctica, Brahma, Bohemia e Skol, afirmou que “controlar a quantidade de malte de cevada é necessário para obter cerveja com características adaptadas ao paladar do consumidor brasileiro: leve, refrescante e de corpo suave”.
“A indústria brasileira de cerveja possui tradição de mais de cem anos e tem orgulho de produzir bebidas de altíssima qualidade. A Ambev leva aos seus milhões de consumidores receitas seculares produzidas com os melhores insumos disponíveis em todo o mundo”, continua o comunicado oficial.
A empresa disse ainda que seus produtos seguem à risca as determinações do Ministério da Agricultura e que está investindo na produção nacional de cevada e em quatro maltarias próprias.
Já a Schincariol, que produz a Nova Schin e a Glacial, diz que “respeita as iniciativas de pesquisas realizadas pela USP, mas ressalta que a metodologia utilizada no mencionado estudo não é a determinada pelo Ministério da Agricultura”.
A empresa afirma que “está à disposição dos pesquisadores responsáveis pelo estudo para esclarecer possíveis dúvidas sobre seus produtos ou processos”.
“É um trabalho interessante, mas discordamos dos resultados”, gerente corporativo industrial do Grupo Petrópolis, das cervejas Itaipava e Crystal.
Ele afirmou que as imprecisões técnicas da pesquisa seriam discutidas de forma mais apropriada “num fórum técnico”, mas ressaltou que a empresa usa menos do que os 45% de produtos não derivados de cevada em suas bebidas –disse não poder revelar a proporção exata.
A legislação não exige que as empresas declarem nos rótulos a composição exata das cervejas que produzem.
Lazari questionou a afirmação do estudo de que o milho aceleraria o processo de produção, cortando custos.
A Heineken, hoje responsável pela Kaiser, declarou em comunicado que “já possuía conhecimento da publicação, mas não encontrou relevância no artigo, pois a análise científica possui diversas inconsistências”.
“Entre os vários equívocos da publicação, destacam-se os erros explícitos de amostragem estatística e o fato de o cientista não ter considerado o isótopo de nitrogênio. Com isso, como o próprio trabalho da USP reconhece, a utilização de arroz poderia influenciar nos números.”
Martinelli, da USP, diz estar aberto a conversar com as empresas, mas afirmou confiar em sua metodologia.

Cerveja Tupiniquim!

Brasileiros criam cerveja com figos, tucupi negro e formigas saúvas
Chamada Saison de Saúva, a bebida é fiel ao estilo belga saison, que tem notas cítricas, picantes e frutadas
Descrição: https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2F3.bp.blogspot.com%2F-nDTI_0XN9T8%2FUvD7t7Ll1II%2FAAAAAAAAAGQ%2FF_jGXdVF-NY%2Fs1600%2Fsauva.png&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F*Além da comercialização de todos os equipamentos, insumos e acessórios necessários para a fabricação de cerveja em casa, o Lamas Bier ainda divide várias receitas, dicas e métodos de produção para ajudar quem tem o interesse em produzir sua própria cerveja.
São diversos vídeos, posts e tutoriais que mostram as diferentes  etapas e processos que são fundamentais para que todos os ingredientes juntos resultem em cerveja. Desta vez, o vídeo divulgado irá causar certo espanto entre os adoradores de cerveja.
Durante a penúltima edição do ‘O Mercado’, encontro gastronômico realizado periodicamente em Sâo Paulo,  a Lamas Bier, juntamente com o proprietário do Empório Sagarana, Paulo Leite, e o jornalista Marcelo Cury, fizeram algo inusitado: a Saison Saúva, uma cerveja feita com figos, tucupí negro e formigas saúvas.
A ideia de colocar os insetos na receita veio de Paulo Leite, depois de comer as formigas e ter notado características cítricas no sabor, algo parecido com capim cidreira. Logo perceberam que poderiam casar os figos, com o tucupi e as saúvas, e assim criar uma original Saison belga, estilo de cerveja picante, cítrica e frutada.
No vídeo abaixo é possível ver resumidamente todos os passos de produção da Saison Saúva com os equipamentos da Lamas Brew Shop.
Sobre os Lamas
O Lamas Bier nasceu da ideia de seis estudantes de física da Unicamp apaixonados por cerveja que decidiram produzir sua própria bebida. Duas semanas após a ideia, começaram o processo de fabricação e quinze dias depois veio o primeiro gole. Após esse dia, os Lamas não pararam mais. Com o tempo, entendendo mais e mais sobre cerveja, queriam criar novos sabores e curtir novas experiências. Perceberam então que faltavam materiais específicos para se fazer a cerveja artesanal em casa: fermentos específicos, maltes especiais, equipamentos, livros, etc. Depois de algumas viagens ao exterior vendo como as Brew Shops funcionavam, decidiram começar a sua própria loja no Brasil e assim nasceu a Lamas Brew Shop.
Para mais informações, acessar lamasbrewshop.com.br e lamasbier.com.br.

Agradecimento ao amigo Rodrigo Mazzeo Bittercourt pela Matéria.


Mais uma para a coleção!


Então como o calor está ajudando, continuo tomando cerveja de vez em sempre! *rs*

A escolhida desta vez é a St Bernardus Pater 6, que é uma derivada das Trapistas que foi produzida com a ajuda do Mosteiro St. Sixtus (Produtor de uma das melhores Trapistas do mundo, a Westvleteren) em um acordo feito pelo empresário Evarist Deconinck. Este acordo venceu em 1992 quando os monges decidiram que apenas as suas cervejas teriam o selo de trapista. A produção em Watou continuou, e suas cervejas  foram denominadas St. Bernardus em referencia ao nome do refugio dos monges franceses: “Refugio Notre Dame de St. Bernad”.


Uma curiosidade interessante sobre as St. Bernardus é que a água base de todas as cervejas é bombeada de 150m de profundidade, essa água não somente é muito pura, mas tem também um fundo histórico.

Os cientistas provaram que a água que é bombeada até agora, é proveniente de chuvas desde o tempo de Joana d’Arc.

A água escoou para Watou através de um estrato permeável de areia da área de St. Omer, na França.

Sobre a Pater 6, é uma Dubbel de cor marrom, turva, espuma abundante e densa. Aromas de ameixa e álcool. Revela sabores de maltes torrados, frutas escuras e o álcool é notável, apesar de ter somente 6,7% de teor alcoólico. 

Acabei tomando num copo pint, ao invés de um copo para trapist, mas fantástica do mesmo modo! Para quem gosta de cerveja escura e mais amarga, fica a dica!


Ficha Tecnica:

St Bernardus Pater 6
Tipo: Belgium Dubbel / Trapista
Cor: Marrom Escuro
Graduação Alcoólica: 6,7%
Tipo de Fermentação: Alta fermentação
Origem: Bélgica